Final de tarde. Aos poucos eles vão chegando, dois, quatro, oito, dali a pouco já são dez. Na rua são os donos, os carros que desviem, pois nesse momento não podem parar. Com sol, ou sem, eles estão lá. Se chover melhor ainda, lama e água completam o espetáculo.
Na cidade de um milhão e meio de pessoas que não param, a rua para e os guris jogam bola.
Fora da minha vida (*)
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*Teu cheiro ainda impregnado em todos os meus poros Teu pulôver em tom
esverdeado na prateleira do roupeiro Teu livro sobre Fidel ...
Há 7 meses
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